Mostrar mensagens com a etiqueta Ressurreição. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ressurreição. Mostrar todas as mensagens

30.12.11

A ressurreição dos mortos


Debaixo o Antigo Concerto, Deus tinha predito que os mortos um dia ressuscitarão, de facto no livro do profeta Isaías está escrito: "Os teus mortos viverão, os teus mortos ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas e a terra lançará  de si os mortos" (Is. 26:19), e em Daniel está escrito: "E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e desprezo eterno... Tu, porém, vai até ao fim; porque repousarás, e estarás na tua sorte, no fim dos dias" (Dan. 12:2,13).

Debaixo o Novo Concerto é confirmado que todos ressuscitarão de facto Jesus disse: "Vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressureição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição do juízo" (João 5:28-29); Paulo afirmou ter a mesma esperança que tinha o povo de Israel, isto é "de que há-de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos" (Actos 24:15); e João afirmou ter visto em visão voltar à vida tanto os mártires de Jesus, antes do início do milénio, como o remanescente dos mortos, no fim do milénio (cfr. Ap. 20:4, 11-15).

Portanto, a ressurreição final de todos os mortos foi proclamada primeiro pelos profetas, e depois confirmada plenamente por Jesus e pelos apóstolos. Ela é pois por certo um evento futuro a esperar porque o anunciou Deus. Tenho a precisar que todos os justos e todos os injustos ressurgirão a seu tempo, nenhum excluído e isto porque é necessário que todos os homens compareçam diante de Deus com o seu corpo para prestar contas a Deus do que praticaram enquanto se encontravam nele. Digo isto porque alguns baseando-se nas palavras de Daniel "muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão" deduziram erroneamente que a ressurreição será parcial; mas as palavras de Daniel são esclarecidas por Jesus que diz "todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão para fora".

A ressurreição dos justos

Paulo diz aos Coríntios: "Mas agora Cristo ressuscitou dos mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque, assim como a morte veio por um homem também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda" (1 Cor. 15:20-23). Ora, Jesus Cristo sendo ressuscitado dos mortos com um corpo glorioso e incorruptível é chamado o primogénito dos mortos (as primícias dos que dormem), e isto exactamente porque ele foi o primeiro homem a ressuscitar com um corpo imortal. Aqueles que antes dele tinham ressuscitado dos mortos, como por exemplo, o filho da viúva de Sarepta, Lázaro e o filho da viúva de Naim não ressuscitaram com um corpo imortal mas com o mesmo corpo mortal com o qual tinham morrido, tanto é verdade que de Lázaro, depois de Jesus Cristo o ter ressuscitado dos mortos, está dito: "E os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, iam, e criam em Jesus" (João 12:10-11); portanto, o corpo com o qual Lázaro ressuscitou podia ser ainda morto e podia ainda morrer. Mas aquele que Deus ressuscitou dos mortos ao terceiro dia, "já não morre" (Rom. 6:9) porque a morte não tem mais domínio sobre ele. Quando pois dizemos que Cristo é o primogénito dos mortos intendemos dizer que Ele foi o primeiro a ressurgir com um corpo imortal, glorioso e incorruptível. Mas se Cristo é as primícias dos que dormem, qual é a massa? A massa é representada por todos os que morreram em Cristo, os quais na vinda do Senhor ressurgirão como ressuscitou Jesus. Tanto Jesus como os apóstolos testificaram que os santos que estão mortos, um dia ressurgirão; vejamos algumas destas suas afirmações que falam da ressurreição dos justos que deve ter lugar no tempo fixado por Deus.