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29.12.11

Com a vossa perseverança ganhareis as vossas almas


Caros irmãos no Senhor, nós estamos em obrigação de dar graças a Deus por vós porque também vós crestes em nosso Senhor Jesus Cristo, tendo sido também vós desde o princípio, eleitos à salvação pela santificação do Espírito e a fé na verdade; mas nós também estamos em obrigação de recordar-vos que "nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o príncipio da nossa confiança até ao fim" (Heb. 3:14).

Com este meu escrito desejo exortar-vos a perseverar na fé até ao fim quando também vós recebereis naquele dia "a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam" (Tiago 1:12); e faço-o tirando os meus argumentos das Escrituras.

Falarei do povo d`Israel e do seu exemplo de desobediência para vos fazer perceber como os Israelitas depois de ter crido em Deus acabaram por recuar, e por causa da sua incredulidade peregrinaram no deserto e não puderam entrar no repouso de Deus; considero que cada um de nós deva recordar-se da conduta teimosa e rebelde deste povo a fim de não seguir o seu mesmo exemplo de desobediência.

Os filhos d`Israel, segundo o que ensina a Escritura, desceram ao Egipto com Jacó na altura em que José era governador do Egipto, porque José, depois que se deu a conhecer aos seus irmãos, quis que Jacó seu pai e toda a sua parentela descessem ao Egipto. Eles foram ao Egipto e habitaram na terra de Gosen onde puderam viver tranquilamente durante toda a vida de José e onde puderam sobreviver durante a grande fome que Deus enviou sobre as nações naqueles anos. Mas depois que José morreu, "levantou-se um novo rei sobre o Egipto, que não conhecera a José" (Ex. 1:8), o qual, vendo que os Israelitas se tinham tornado mais numerosos do que os Egípcios e temendo que em caso de guerra eles se unissem aos seus inimigos para combater contra eles e depois disso se iriam embora do Egipto, decidiu começar a maltratar os Israelitas e de reduzi-los a escravos para impedir que eles se multiplicassem maioritariamente. Esta escravatura e estes maus tratos a que foram submetidos os Israelitas durou muito tempo, mas tudo isso aconteceu por vontade de Deus porque muito tempo antes Deus tinha falado a Abraão e lhe tinha dito que os seus descendentes morariam num país estrangeiro e lá seriam escravos e seriam oprimidos por quatrocentos anos. Mas como Deus tinha predito a escravidão de Israel no Egipto assim também tinha predito a sua libertação de facto Ele tinha dito ainda a Abraão: "E, depois sairão com grande fazenda. E a quarta geração tornará para cá" (Gen. 15:14,16) (na terra de Canaã). E isto foi o que aconteceu, de facto Deus enviou ao Egipto Moisés para libertar Israel das mãos de Faraó, e depois de ter operado por meio dele grandes e terríveis juízos contra Faraó e os Egípcios, Ele tirou o seu povo da fornalha de ferro onde por quatro séculos esteve recluso. Quando Deus dividiu o mar Vermelho diante dos Israelitas e os fez passar a pé no meio dele em seco a Escritura diz que "E viu Israel a grande mão que o Senhor mostrara aos egípcios; e temeu o povo ao Senhor e creram no Senhor e em Moisés, seu servo" (Ex. 14:31). Nos salmos está confirmado que os Israelitas creram no Senhor depois de ter visto este prodígio de facto está escrito: "Então creram as suas palavras, e cantaram os seus louvores" (Sal. 106:12); tende-as diante dos vossos olhos estas expressões porque elas demonstram que os Israelitas depois que sairam com segurança e grande alegria da terra do Egipto creram em Deus e no seu servo Moisés.